Fatores de risco

É difícil definir quais os fatores que desencadearam o início de um quadro depressivo na maioria dos pacientes. Entretanto, podemos pontuar alguns fatores de risco. O primeiro deles é a passagem por um grande trauma, como a perda de um ente querido ou separações amorosas.

Deve-se observar que esses fatores sociais são presentes na vida da maioria das pessoas, por serem estressores de nossa realidade comum. Isso só vai gerar um quadro de depressão mais duradouro se a pessoa já for sensível a essa condição.

Vale pontuar que essa sensibilidade pode advir de condições genéticas ou ambientais. A teoria mais aceita é da mudança no padrão de funcionamento de neurotransmissores associados aos estados de humor mais positivo. Se o nível desses neurotransmissores estiver alterado, a pessoa pode experimentar estados de ausência de felicidade.
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O que é o transtorno depressivo?

Existem várias classes de transtorno depressivo, como o transtorno depressivo persistente ou a depressão maior. Na definição do DSM-V, um transtorno depressivo mais generalizado pode ser descrito como um estado de desânimo e tristeza profundo, que interfere no funcionamento biopsicossocial do indivíduo.

Intercalar períodos de felicidade e tristeza é normal, e estados de desânimo não caracterizam um quadro depressivo. Pessoas comuns podem experimentar sensações de desolamento associadas a algum episódio específico. Entretanto, nas pessoas com transtorno depressivo, esse estado não possui motivações claras.

Na pessoa com depressão, as sensações de aversão, tristeza profunda e humor negativo não passam quando a situação aversiva é resolvida. Na realidade, esses estados podem se prolongar por meses ou até anos.

O transtorno depressivo é comum em nossa realidade atual, e pode ser confundido com muitos comportamentos que não caracterizam a condição. Também há casos em que não se conhece as características desse distúrbio, e a pessoa acaba não procurando a ajuda adequada.


Para te ajudar, criamos esse guia prático para que você conheça mais sobre o transtorno depressivo. Confira nosso conteúdo a seguir.

Tratamento

O tratamento mais indicado para a resolução do transtorno depressivo é a psicoterapia, juntamente à administração de medicamentos para recaptação de neurotransmissores. Em termos simples, os medicamentos fazem com que os níveis desses neurotransmissores atinjam taxas regulares.

A psicoterapia é utilizada para combate aos pensamentos recorrentes de desvalorização pessoal agindo na causa do Transtorno Depressivo e principalmente para evitar o suicídio. 

O cuidado em terapia pode parecer paliativo no começo, mas os ganhos são evidentes após algum período de contato com o paciente.
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Transtorno depressivo

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Maria Cristina Lopes | Psicóloga CRP5/47829
Mestranda pela Universidade de Coimbra e criadora do Psicologias Online
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Sintomas do transtorno depressivo

Alguns sintomas podem ser especificados na lista abaixo. Entretanto, vale pontuar que eles variam de acordo com o histórico pessoal de resposta aos estímulos do ambiente.

● Pensamentos suicidas frequentes
● Distúrbios do sono
● Fadiga excessiva e falta de interesse generalizado
● Ansiedade e ataques de pânico coexistindo com a depressão
● Ganho ou perda de peso de forma acentuada
● Negligência de hábitos de higiene pessoal
● Reclusão e incapacidade de sair de casa
● Diminuição da capacidade de concentração